Por Eduardo Fernandes da Paz
Que pena, nosso
Gigante tomou sonífero novamente em se tratando de crescimento do PIB, mas
ingeriu o super espinafre mágico do Marinheiro Popeye para fomentar a inflação.
Creio que o além do
sono ficamos desidratados também, pois estamos perdendo mês a mês nossa
musculatura de gigante e adotando uma de anão econômico.
As medidas micro e macro
econômico adotado pelo Governo não vem surtindo os efeitos esperados e
necessários.
São anunciadas
várias metas de crescimento anual, que não se concretizam nem de longe. A nota
do governo e dos bancos brasileiros já começou a cair, isso é um diagnóstico de
que a economia brasileira não está consistente, ou não é.
Precisamos
interromper este ciclo! Necessário é revertermos essa fase!
Mas como fazer isso
sem credibilidade?
O Estado brasileiro
precisa continuar a ser reformado, com as mudanças fundamentais de caráter infra
e constitucional, e em várias áreas, e principalmente no princípio de ética e
competência, como já foi cantando em versos e prosas por centenas de vezes, mas
nunca concretizado como deveria ser.
O patinho que era
bonito da América do Sul, pode se transformar em marreco feio, se continuarmos
assim.
Não adianta só
promessas políticas de transformação (ainda mais nessa época), de onde quer que
venham se não vierem comprometidas com as legítimas aspirações populares e
práticas estatais.
Vivemos em vários
Países e Estados dentro de uma única Nação, onde de um lado virtual e
impalpável: prega-se contra a corrupção, e do outro real e palpável:
corrompe-se e se deixa ser corrompido.
Falam contra a
violência armada (que precisa ser atacada e enfrentada), mas além da violência
tradicional somos violentados na saúde, educação, transporte e tantos outros
serviços públicos, todos os dias.
Saúdam os idosos,
mas os abandona a própria sorte, dizem que as crianças serão o futuro do
amanhã, mas não preparam seu caráter, seu patriotismo e principalmente sua
educação para assumirem na ocasião oportuna as responsabilidades adequadas.
Enfim, por fim e sem
fim estamos nós novamente debruçados sobre os mesmos problemas, passam os dias,
meses, anos e décadas e não avançamos como poderíamos avançar.
Infelizmente
constatamos que os erros são maiores que os acertos, e pior insistem em
continuar errando, ou de forma simplista, não querem acertar.
Não existe uma
varinha de condão para economia de crescimento e minimização de arrecadação de
impostos, como já sabemos mesmo como leigos ou doutores, pois convivemos com
isso na pele por várias décadas com uma inflação nas alturas, que elevava
diariamente o valor específico da produção de bens e serviços, e inibia
forçosamente o consumo dos mesmos, e em alguns momentos sendo até racionados, e
com uma presença maciça e sufocante de impostos, naquele momento, sacrificando
e espoliando toda população e hoje causando medo e pavor em todos que essa
realidade retorne.
Independente de quem
ganhará a próxima eleição presidencial, temos que ter a consciência segura que será
necessárias duras medidas econômicas, sociais, políticas, trabalhistas
(independentes de conservadoras ou modernas), para recolocar a inflação e o
crescimento nos trilhos, realinhar a saúde, educação, mobilidade, e etc... para
patamares de qualidade e exequíveis e acessíveis ao povo, isso deve ser
assumido por todos os candidatos, sem proselitismo político, e fundamentalmente
externado seus programas e projetos detalhadamente para conhecimento prévio dos
eleitores, pois nós brasileiros estamos todos cansados de o prometido não ser
cumprido, imaginem se eles passarem batidos ou superficialmente por esses e
outros temas. Precisamos ampliar e/ou aumentar os fóruns de debates com uma
modelagem continuada que construam uma rede de proteção para comunidade
brasileira.
Mas quando avalio o
que mantém nossa resistência social, política e econômica, chego a seguinte
conclusão: É que o Verdadeiro Brasileiro foi, é, e sempre será maior que a soma das partes podres, que precisam ser aposentadas em todas as áreas, sejam
elas privadas ou públicas!
Olha ao final de
tudo fica a impressão que só o povo quer o melhor para o País!

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