quinta-feira, 11 de agosto de 2016

STARTUP

Startups são somente empresas de internet? Não necessariamente...
Elas só são mais frequentes na Internet porque é bem mais barato criar uma empresa de software do que uma de agronegócio ou biotecnologia, por exemplo, e a web torna a expansão do negócio bem mais fácil, rápida e barata - além da venda ser repetível. 
Mas há uma definição mais atual, que parece satisfazer a diversos especialistas e investidores: uma startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza. 
Mesmo assim, um grupo de pesquisadores com uma patente inovadora pode também ser uma startup, desde que ela comprove um negócio repetível e escalável. Quando se torna escalável, a startup deixa de existir e dá lugar a uma empresa altamente lucrativa. 
Caso contrário, ela precisa se reinventar - ou enfrenta a ameaça de morrer prematuramente.


A bem da verdade, na atualidade fazemos uma imediata vinculação de startup com internet, até porque ouvimos e vemos mais atuação dessas atividades no mundo digital.

Sabe o que aprendemos, entre outras tantas coisas, com essa estruturação das startups, 

1º) que mesmo atividades novas precisam de bases coerentes de planejamento e execução;

2ª) que empresas precisam ter escala quantificável para seus produtos ou serviços; 

3ª) que atividades precisam investir em inovação e qualificação para terem produtos e preços competitivos; 

4º) que o ciclo de sobrevivência ou desaparecimento das empresas tem íntima semelhança mesmo no campo de atividades diversas, e 

5º) que o canal virtual de negócios deve potencializar as atividades, mais que simplesmente as vendas....precisa de cultura organizacional que possa interagir com o cliente diuturnamente...


Quando Marx, em outras palavras, afirmava em seu livro "O Capital", que a força motriz do capitalismo é o lucro... hoje podemos afirmar, sem medo de errar, e por ordem de grandeza que a maior força motriz econômica de todos os tempos ... é o sonhar, pensar e agir humano, isso vale para pessoal, como para o profissional e o empresarial...Prova disso são as startups digitais!


terça-feira, 5 de julho de 2016

DEPÓSITO COMPULSÓRIO, COMO INSTRUMENTO DE POLÍTICA ECONÔMICA




No meio do fogo...no meio da água....assim vive o empresário individual, o micro, o pequeno, o médio e quiçá alguns grandes. Olha de verdade o governo precisa tomar as medidas micro e macro econômicas de longo prazo...mas necessita startar de curto prazo...para minimizar os impactos negativos da economia e consequentemente diminuir a sangria desatada da perdas de vagas de trabalho formal e informal e a quebradeira de Empresas...Precisa alguém alertar esses caras que os pobres dos mortais não irão conseguir resistir....resistir.... e resistir, pois assim que vem sendo em nossa Nação, a sua esmagadora maioria já não vive, simplesmente sobrevive...
A primeira medida de curto prazo, seria o governo diminuir o percentual do recolhimento do Depósito Compulsório do setor bancário e outras instituições financeiras, para aumentar a oferta de crédito nominal, principalmente para as Empresas, minimizando assim a pressão da demanda sobre a oferta. Possivelmente o custo do dinheiro(spread) ficaria menor e permitiria operações de crédito para estabilizar dívidas das Organizações, bem como, colocar dinheiro novo no mercado para ações de investimentos, garoteando um pouco do desemprego, e por outro lado, possibilitando abrir novas frentes de oportunidades....Pois não existe uma crise bancária nesse momento que justifique a retenção dos valores de depósito compulsório como vem ocorrendo. 

Essa é uma expectativa legítima do Empreendedor Brasileiro que trabalha diuturnamente, diferentes daqueles que arquitetam dia e noite para descobrirem como roubar (em "lato sensu") melhor e maior o povo Brasileiro. 



Ajudem a pensar e agir...para Reconstruir o Brasil !