domingo, 17 de junho de 2018

A INSENSATEZ É UM CAMINHO PERIGOSO!

Por Eduardo Fernandes da Paz
Em um sábado chuvoso de Copa do Mundo, e apesar da noite fria, fiz um caminho inverso ao de ficar em casa, aceitei um convite e desafio de ir á um dos templos artísticos carioca, que é o Teatro Ipanema, que está comemorando 50 anos na cena cultural do Rio.

Não foi uma peça mediana, foi um senhor Espetáculo que passeou sobre a História do Camboja durante o regime do Khmer Vermelho, na década 70, revisitando memórias e impressões, e descrevendo detalhadamente o sofrimento de um povo, com extrema dor, enganado pelo sistema comunista implantado, que muito além de ceifar a liberdade ceifou vidas naquele genocídio insano, liderado pelo sanguinário Pol Pot.

Ahh!!! Essa devastadora história vocês conhecem! Não tem como esquecê-la, mas, vou tentar levar em poucas linhas minha análise além desse acontecimento trágico, e vou avocar um livro que foi um marco nos anos 80/90, que tem como título "A Marcha da Insensatez, de Tróia ao Vietnã", escrito pela brilhante autora Barbara W. Tuchman, que é citado até hoje e corrobora a referência quando o tema é a insanidade do homem, impondo ou querendo impor sua visão, sua verdade, enfim seu regime! 
Quando lemos, ouvimos ou vemos a leitura de cada história de poder pelo poder, percebemos quanto o homem é pequeno. Creio que é também sobre essa pequenez que o Apóstolo Paulo registrou na Bíblia, Gálatas 3:1 Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade, a vós, perante os olhos de quem Jesus Cristo foi evidenciado, crucificado, entre vós?

 A loucura das guerras em percepção macro compara-se, em um universo micro, um país sem ética, sem liberdade ou com falsa liberdade, sem equilíbrio social, econômico e de equidade, com miséria, com violência e corrupção, não é uma nação justa.
Ainda bem, que Deus promete em Isaías 43 que colocará um caminho e aguá no deserto, rios no ermo, diante de nossas dificuldades existenciais.

Ou construímos um Projeto de Estado Brasileiro a curto, médio e longo prazo, com respaldo da sociedade e envolvimento de indivíduos comprometidos, sérios e verdadeiros (pois estou seguro que ainda restam mulheres e homens de bem no nosso Brasil), que no primeiro momento dessas etapas passa pelo entendimento de sabermos que somos atores principais e como devemos atuar nesse cenário, já o segundo momento necessariamente deverá passar pela implantação de uma Educação eficiente e eficaz, para expor a face da verdade através do conhecimento. Ou infelizmente cidadãos continuarão a morrer sem necessidade, seja em razão de saúde doente ao invés de saudável... Do trânsito inconsciente e estradas deterioradas... De violências contra o patrimônio ou pessoas, enfim com carência de muitos tudo ou todos!

No nosso caso concreto, o Tempo pode ser Pai Bondoso da História, mas pode ser o padrasto desnaturado, depende de nós!!!

Fato é, que por qualquer ângulo que se busque a Insensatez, ela é um caminho perigoso e traiçoeiro, para as diversas pessoas, corporações privadas e públicas, especialmente para os Estados-Nação! 






Fonte: http://oteatromerepresenta.blogspot.com/2018/06/nuon-poesia-ainda-que-na-guerra.html

segunda-feira, 23 de abril de 2018

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE PESSOAS!


Por Eduardo Fernandes da Paz



Semana passada eu tive o prazer de passar momentos importantes de elevado troca de estratégica de informações, com uma construção de saber fantástica na PUC/RJ!

Serei bastante conciso nos relatos de alguns conceitos, entre tantos debatidos e exercidos, que determinaram a construção da plataforma de conhecimento, informação e comunicação.

Inicio registrando que todos os créditos são direcionados ao Prof. Renato Cuenca (PUC/RJ), que foi um brilhante Facilitador do Workshop onde tratou da Inteligência Emocional na Gestão de Pessoas, lançando mão em parte, do estudo científico de Inteligência Emocional do Prof. Dr. Daniel Goleman.

Estou seguro que a ferramenta (IE) será preponderante tanto pessoal quanto corporativamente para navegar nesses dias de novos tempos conturbados, quase sempre, onde a orientação é “Fazer Mais e Melhor com Menos”, diante da certeza de estarmos vivendo na órbita do VUCA WORLD.

Um dos modelos apresentados foi o Co Working de Gestão, que traz em uma pirâmide á Competência-Objeto na base, a Vivência na parte intermediária, e finalmente a Propriedade no ápice desse desenho geométrico. A ideia central deste recorte é o “exercício propositivo e não conflitivo”. Pois, mais que evoluir é se apropriar da evolução.

Já o outro, nominado Modelo Grow de Ação indica o Wrap-up (qual a ação efetiva, quando e onde) na base, e o Gol no topo geométrico piramidal, já a Realidade acima da Opções/Obstáculos que ficam na escala intermediária. Essa teoria e prática vão à linha da formulação do plano de ação ser consequência. Ele vai especificar o que será feito, quando começa e termina (start e dead line), quem é responsável ou quem pode contribuir, e ter consciência qual o motivo que o leva à ação, são os fatores que fecham o modelo GROW.

E ainda a arquitetura modular elaborada intelectualmente pelo Prof. Cuenca, acima referenciado, propõe os eixos sinóticos e mostra uma leitura e efetividade impressionante, apesar de simples, na formação do entendimento e aplicação da IE. Sinalizando a formação do conceito com conexão das ações, gerando assim os resultados.

A conclusão desses cenários, é que para entender o outro no pessoal ou no corporativo é decisório primeiro sua cognição, esse é o caminho para vocalizar a verdadeira mudança! 

Visitamos também a importância da Empatia (cognitiva, emocional e espontânea), bem como o Autocontrole, Autoconsciência, Motivação e um rol extenso de Competências e Habilidades. 

Gostaria de externar duas coisas muito sérias e verdadeiras... Quero morrer no Senhor Jesus e no Banco da Universidade, pois me considero um eterno Aprendiz, sem falsa modéstia, além disso, preciso brigar comigo mesmo, para exercitar esse princípio todos os dias e em tudo!


Crédito da Foto: Linkedin Prof.Renato Cuenca.